sexta-feira, 3 de junho de 2011

Amor Tranquilo.

"Eu quero a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida."

(Cazuza)


É assim que o poeta traduz o amor; a tranquilidade de quem ama, de quem sabe viver o momento tranquilo, sem tantas emoções destrutivas e ao mesmo tempo ter um desejo carnal, profano, físico e animal. "O poeta está vivo, foi ao inferno e voltou."

A sorte de um amor tranquilo é difícil quando o outro te acha o próprio demônio levando-o para um mundo de perversão, enquanto tu acha que o mesmo é algo divino que veio te salvar da tua vida pregressa.

A fruta mordida é sempre mais fácil porque embora Divina e confundida com profana, ela sempre é mais prazerosa, e quando interpretada corretamente se torna tão Divina quanto a própria humanidade.

Precisamos de um amor tranquilo para morder nossas frutas e ter o sabor esperado. O poeta traduziu, agora citemos, vivamos.

4 manifestações:

Facundo disse...

Muito bom cara! É isso mesmo, a coisa se traduz nessa idéia de ter um amor constante e estável, mas em detrimento disso existir uma parceria na profanidade a dois!

Um brasileiro disse...

Olá. Tudo blz? Estive por aqui. Interessante o texto. Apareça por la. Abraços.

Cyn disse...

NOSSAAAAAAAAA AMEI!
CURTO PACAS O CAZUZA, ME INSPIRA MUITO, BOA INTERPREAÇÃO SE É QUE ESSA FOI SUA INTENÇÃO...

anso rodrigues disse...

Sim foi! rs'
Cazuza sempre é bom!