
Devia ser Eu, um poeta bandido boêmio, pois eles amam e são rejeitados, e no abraço profano, na mesa cantando, desamarram seus laços. Devia ser Tu, profeta devassa que mata o poeta bandido boêmio, que na ponta da seta ergue seu prêmio, a dor de mais um. Devia ser Nós, a dor do poeta, a amargura do profeta, a ternura do boêmio, a carência da devassa, a dor e a pureza do amor. Um cego segurando uma flor, que não vê sua beleza mas sente seus espinhos. Um do outro e o outro em si, existência mútua. Devia ser Eu, Tu, Nós e nada mais...
2 manifestações:
MENINO ADOREI TEU BLOG.
ESCREVES DE UM JEITO
DIFERENTE SOBRE O AMOR...
ENTRE OUTRAS COISAS.
JÁ PUS NOS FAVORITOS.
TENHO UM...
QUE MEIO TINHA LARGADO.
SÓ DE PENSAMENTOS LOUCOS.
OS MEUS ...hehehehe
GOSTEI MUITÃO MESMO.
É DO CARALHO...hehehe
Beijão
MIL VEZES DO CARALHOOOOOOOOOOOO!
Postar um comentário